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FaleComAsProfessorasMestreOlá! Não, esse curso é a base para concursos na área da sáude de forma geral, traz os principais conteúdos abordados em provas nessa área.
FaleComAsProfessorasMestreSim, desde que não tenha, dentro deste período (dentre as 120 contribuições), perdido a qualidade de segurado.
FaleComAsProfessorasMestreTerá direito ao alargamento do período de graça (12 meses, além dos 12 iniciais) em virtude de possuir mais de 120 contribuições em seu histórico (desde que não tenha, dentro deste período, perdido a qualidade de segurado), entretanto, não terá mais que esses 12 meses, haja vista o desemprego não ter sido involuntário ante ao fato da rescisão trabalhista ter sido na modalidade por justa causa.
FaleComAsProfessorasMestreNão há impedimento, visto que a pensão trata-se de direito adquirido deste. Nesse caso, as contribuições feitas enquanto empresário, o colocam na condição de segurado pela previdência, sob o enquadramento de contribuinte individual, de modo que respeitadas as condicionantes específicas de cada benefício e de cumulação, poderá sim ter acesso a benefícios previdenciário
FaleComAsProfessorasMestreNão, haja vista que nos termos da Lei n. 13.846 de 18 de junho de 2019 alterou o art. 15 da 8213/91: Art. 15. Mantém a qualidade de segurado, independentemente de contribuições: I – sem limite de prazo, quem está em gozo de benefício, exceto do auxílio-acidente; A Portaria n. 231, de 23/03/2020 veio trazer alguns apontamentos sobre as pessoas que estavam recebendo auxílio-acidente antes da mudança acima, indicando, em resumo, que a pessoa permaneceria segurada até junho de 2020, ou seja, para todos os efeitos, ninguém mais hoje que recebe auxílio-acidente está na qualidade de segurado.
12 de janeiro de 2022 às 12:16 em resposta a: Disciplina 01 Competência e Requisições do Perito Social #37654
FaleComAsProfessorasMestreAcontece da mesma maneira como ocorre o perito judicial convocado pelo juiz, ele é pago pelo RPA como autônomo, por pericia realizada e ele realiza o trabalho pro processo que o escritório tá respondendo.
12 de janeiro de 2022 às 11:50 em resposta a: Disciplina 02 – O Serviço Social no Sociojurídico #37653
FaleComAsProfessorasMestreO que há é uma padronização da entrevista para a confecção do relatório social, mas algumas assistente sociais não seguem o modelo que apresentei, fica à critério da profissional. Desde que o temas principais sejam abordados, como família, futuro, trabalho, estudo, saúde.
11 de janeiro de 2022 às 11:21 em resposta a: Dúvidas Sobre a Prova 03 – Concurso UFC 2013 – Cargo Assistente Social – UFC #37574
FaleComAsProfessorasMestreAlessandra, se for para a UFC é difícil indicarmos uma banca similar já que a fundação cetrede e a cetrede são, em sua natureza, distintas. A fundação é muito recente e sem parâmetro.
FaleComAsProfessorasMestreVocê está se referindo a que questionamentos?
Se forem aqueles feitos nas videoaulas é apenas uma reflexão interna. Não precisa enviar para nenhum local.
FaleComAsProfessorasMestreA disciplina 01 é apenas introdutória e reflexiva. Por isso não terá uma avaliação específica
10 de dezembro de 2021 às 11:54 em resposta a: Disciplina 03 – Família: Fundamentos Legais e Técnicos #36356
FaleComAsProfessorasMestreOi, Jéssica, tudo bem? A filiação socioafetiva não se confunde com a adoção, segue ritos distintos e, hoje, com o provimento 63, de 2017, a filiação socioafetiva pode ser pleiteada diretamente nos cartórios de registro civil. Inclusive, esse provimento 63, junto com o provimento 83, que altera algumas questões do 63, coloquei como material complementar da aula. Abraço, Eri.
FaleComAsProfessorasMestreOi, Camila! Amei o questionamento, pois vai nos oportunizar falar de uma situação que parece “pegadinha malvada” típica de prova de concurso municipal, mas que não é isso, é uma lógica de categorias distintas.
Olha o artigo 19 e observa como ele usa nomenclaturas diferentes. Vou deixar em maiúsculo o que quero destacar, tá bem?
“Art. 19. Os casos de suspeita ou confirmação de violência praticada contra idosos serão objeto de NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA pelos serviços de saúde públicos e privados à autoridade sanitária, bem como serão OBRIGATORIAMENTE COMUNICADOS por eles a quaisquer dos seguintes órgãos:… ”
Observa as nomenclaturas em si: a autoridade sanitária é notificada compulsoriamente, logo, não se encontra no rol das que devem ser obrigatoriamente comunicadas.
Quando se fala de notificação se está falando de ficha SINAN a ser protocolada junto a vigilância epidemiológica, documento próprio para esse fim. Já a comunicação, não segue um padrão roteirizado, podendo até mesmo, em situações específicas, ter uma “característica mais informal”.
Adorei sua pergunta. Um abraço, Eri
FaleComAsProfessorasMestreOi, Luana. Tudo bem contigo?
Os livros sobre o tema geralmente se interligam a um subtema. Exemplo: o princípio do melhor interrese da criança e a paternidade socioafetiva.
falando sobre o princípio em sim tem um clássico que li nos anos 2000, na biblioteca da faculdade rsrsr E continua sendo um clássico até hoje. Talvez seja mais fácil encontrar em biblioteca. O livro é muito bom. O Melhor Interesse da Criança um Debate Interdisciplinar (org. Tania da Silva Pereira). Outra forma de aprofundar esse debate é através dos artigos publicados pela IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família). Tem muito material de qualidade e eticamente referenciado que conectam o príncípio a situações concretas.
Um abraço, Eri28 de agosto de 2021 às 09:31 em resposta a: Disciplina 01 Competência e Requisições do Perito Social #31276
FaleComAsProfessorasMestreOlá! Sobre a pergunta em voga, respondo que sim. E que tal mediação deve levar em conta o código de ética e o projeto ético político da profissão.
FaleComAsProfessorasMestreKelly, excelente questionamento. Se me prermitir, levarei para a discussão na aula ao vivo que teremos.
Em linhas gerais introdutórias, o dever obrigacional recai sobre os que possuem parentesco, mas há que se avaliar também o Art. 36, àqueles que mesmo sem parentesco “cuidam” do idoso. Quanto as orientações há sempre que se encaminhar tal situação ao Ministério Público, que certamente haverá de considerar o abandono afetivo como valor. -
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